Desde meados do século XIX quando a revolução industrial surgiu, o meio ambiente sofreu impactos incalculáveis gerados pela poluição das indústrias. Hoje o estrago ambiental ainda é enorme, mas as empresas podem minimizar a poluição gerada pela produção de suas fábricas.
As empresas hoje podem investir em empregos que respeitem os princípios do desenvolvimento sustentável. A compensação ambiental também ajuda a reduzir impactos ambientais causados pela execução de empreendimentos. Atualmente estudos apontam que automóveis causam mais estragos no meio ambiente do que as indústrias. Mesmo assim, governo e sociedade devem estar atentos para fiscalizar a produção industrial.
As mudanças climáticas é uma realidade e não existi solução simples. Devemos todos trabalhar em conjunto para desenvolver ao planeta a sua saúde. Que assim seja!
Foi realizado no dia vinte e dois de maio de 2011 uma saída de campo dos graduandos do 5º período do Curso de Ciências Biológicas da Universidade Salgado de Oliveira - UNIVERSO (Campus: Campos dos Goytacazes/RJ), na Praia de Manguinho em São Francisco/RJ , com objetivo do aprendizado de métodos e técnicas de pesquisas aplicadas ao ecossistema aquático e desenvolvimento de habilidades para procedimento de coletas, análise e identificação da comunidade zooplanctônica.
Usina Canabrava inaugura sua parte agrícola. São 9,000 hectares de plantio gerando emprego e renda para a região. Projeto de crédito de carbono da Usina Canabrava está na ONU para aprovação. É a 1ª usina de Campos/RJ a realizar tal projeto. Canabrava começa a construção da sua 3ª caldeira para cogeração de energia elétrica.
A perspectiva de novos negócios voltados para energia renovável e a sanção da Política Nacional de Resíduos Sólidos, em agosto do ano passado, estão despertando o interesse de empresas multinacionais. Representantes da Give (sigla para Green Independent Viable Energy, na sigla em inglês), empresa especializada na geração de eletricidade a partir de biomassa e biocombustíveis, com projetos em vários países, estiveram no Brasil na semana passada para avaliar as possibilidades do mercado brasileiro. A empresa está sendo representada pela Fratelli em conjunto coma HG Engenharia. Segundo Frank Corsini, economista fundador da empresa e ex-assessor da área de energia do Departamento de Comércio da Casa Branca, o Brasil avançou muito no processo de cogeração de energia elétrica a partir do bagaço da cana-de-açúcar.Mas pode fazer ainda mais. A Give tem projetos em países da África e América Latina de produção em escala industrial de etanol a partir do sorgo sacarino, voltado também para cogeração de energia elétrica. O sorgo sacarino tem o mesmo aspecto da milho, apesar de mais fino, podendo ser cultivado na entressafra da cana e colhido antes do processamento da safra canavieira. "Com alguns ajustes, poderia complementar perfeitamente a produção de etanol", afirma Corsini. "Com a vantagem de ser colhido no período em que a oferta do combustível a partir da cana for menor." Resíduos orgânicos Corsini cita outros projetos da Give de aproveitamento de resíduos orgânicos além do bagaço da cana e do sorgo. Na Grécia, por exemplo, a empresa produz "energia limpa" a partir do processamento do caroço de azeitona e pneus velhos, além de energia solar. No Haiti, país com problemas crônicos de abastecimento, a empresa obtém eletricidade de sorgo sacarino e cavacos de madeira, em projeto financiado pelo Fundo Clinton Bush, que coordena as doações para aquele país depois do terremoto. Em Gana, a empresa produz etanol e eletricidade em uma área de 36 mil acres cultivados com soja, sendo parte para eletricidade e parte para alimento. E no Panamá, a empresa está desenvolvendo uma plataforma de eletricidade e produção de etanol combustívelintegrada com a indústria de açúcar e rum. "Em todos esses países, o nosso objetivo é desenvolvera agricultura e a economia verde", afirma Orsini. Ele acredita que o Brasil deve aproveitar ainda a oportunidade oferecida agora coma regularização e aproveitamento dos aterros sanitários para biogás.
Fonte:
ABRAGEL – Associação Brasileira de Geração de Energia Limpa
O Ministério do Meio Ambiente divulgou que, entre agosto de 2009 e junho de 2010, houve uma redução de 49% no desmatamento no bioma amazônico, na comparação com o mesmo período entre 2008 e 2009. Enquanto o balanço atual indica que foram desmatados 1.808,55 quilômetros quadrados (km²), no penúltimo levantamento o desmatamento atingiu 3.536,68 km².
Apesar da redução, a região desmatada entre agosto de 2009 e junho deste ano equivale às áreas das cidades de São Paulo (1,522 km²) e Belo Horizonte (330 km²) juntas ou a 220 mil campos de futebol.
Os dados são do Deter (Detecção do Desmatamento em Tempo Real), sistema utilizado pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) para medir o desmatamento. Dos Estados que compõem a região Amazônica, o Pará foi o que teve o maior desmatamento em junho, com 160,6 km².
O município de Novo Progresso, que costuma ser o campeão de desmatamento, também apresentou uma redução de 66% de destruição, comparado o ano passado com esse ano. Enquanto entre 2008 e 2009, foram destruídos 168,6 km², de 2009 para 2010 o índice caiu para 57,23 km².
Segundo o presidente do Inpe, Gilberto Câmara, o Brasil é líder mundial no uso de satélites para monitorar o desmatamento em florestas tropicais. Ele disse que há intenção, inclusive, de importar esta tecnologia para países africanos e latino-americanos para identificar suas áreas de florestas tropicais com os problemas de devastação.
Câmara, contudo, demonstrou cautela ao falar da significativa queda no desmatamento. Ele afirmou que os índices resultantes dos monitoramentos, via satélite, são prejudicados pela cobertura de nuvens nos locais além dos pequenos desmatamentos não detectados pelo equipamento.
A ministra do Meio Ambiente, Izabela Teixeira, afirmou que houve uma mudança na estratégia de combate ao desmatamento na região, incluindo, além dos latifúndios, as pequenas e médias propriedades.
"A estratégia focava as grandes propriedades, mas há também os ‘puxadinhos’. São as áreas menores, que começaram a ser significativas [no índice de desmatamento] ao longo dos anos”, explicou. "O resultado é muito bom e sinaliza uma tendência apresentada já no ano passado", disse a ministra.
O ministro de Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, avaliou que os resultados são consequência do avanço tecnológico no sistema de monitoramento da Amazônia, que deve nos próximos anos deve receber mais dois satélites. Em 2011, deve ser lançado o satélite Cbers-3 e, em 2012, está previsto o início das operações do Amazônia 1.
Pequenas atitudes podem minimizar os danos que todos nós, cotidianamente, causamos ao ambiente. Ao deixar de utilizar sacolas plásticas – isso mesmo, aquelas que embalam compras nos supermercados e lojas –, você pode dar uma grande contribuição para a redução do aquecimento global
Você sabia que uma sacola plástica demora 200 anos para se decompor na natureza? E, além de levar esse tempo todo, elas ainda soltam, em seu processo de decomposição, gás carbônico, um dos responsáveis pelo aquecimento da Terra.
Estado do Rio de Janeiro pode perder uma área destinada à preservação da Mata Atlântica equivalente a 360.618 campos de futebol - ou três vezes o tamanho da capital. Esse é o tamanho das áreas de Reserva Legal em propriedades rurais que serão afetadas por mudanças no Código Florestal.
Caso a proposta seja aprovada pelo Congresso, pequenos proprietários deixarão de ter a obrigação de recuperar e manter a mata de 20% de seus terrenos. Ambientalistas afirmam que, na prática, isso representará um grande estímulo para o desmatamento de trechos hoje protegidos por lei.
Fogo do 5º Distrito era visto da Ponte da Lapa, em Campos
Um incêndio de grandes proporções teve início por volta das 12h deste sábado (07/08), na Fazenda Caruara, da empresa LLX, no 5º Distrito, na cidade de São João da Barra. Com o foco identificado em área extensa, a empresa acionou o Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil de SJB, e disponibilizou equipamentos próprios como tratores e caminhões para ajudar na tentativa de controlar o incêndio, que chegou, segundo informações passadas no final da tarde, pelo Corpo de Bombeiros, área de 100 alqueires e 10 km de extensão.
Em época de seca é comum o tipo de incêndio, sendo que investigações serão iniciadas para que se apure se não trata-se de incêndio criminoso. A área é de área de preservação permanente de restinga. Por se tratar de local de vegetação densa, as equipes encontraram dificuldades para combater o incêndio.
O fogo já estava chegando às margens da BR-356 em propriedades particulares. Equipes da Defesa Civil iniciaram as idas até as residências para orientar os moradores em Cajueiros.
Sou brincalhona e sincera, busco a perfeição em tudo o que eu faço e me aborreço quando as coisas não saem como eu queria. Penso muito antes de agir, mas quando decido sou capaz de mergulhar de cabeça no que estou fazendo e esqueço até da vida.